quarta-feira, 21 de abril de 2021

Antologia Que nem Jiló, organizada por Raquel Lopes

 


início das inscrições 15/03/21 - término das inscrições 15/04/21

Nordeste, uma região abundante em cultura, repleta de artistas pelas ruas, praias, parques, centros culturais, e suas rodas de emboladas e repentes, onde suas tradições, emoções e sentimentos se fazem presentes nos versos dos poetas. Sendo assim, convidamos a todos os poetas Nordestinos a exaltar suas raízes, declamar seus versos no papel e homenagear essa linda terra, um mandacaru que fulora na seca, que exportou artistas para todos os cantos do mundo, com criatividade e ousadia, mas que sempre voltam para o seu xodó, com uma saudade que amarga Que Nem Jiló.



Selecionados:











segunda-feira, 19 de abril de 2021

Primeira impressão do livro Azul Instantâneo de Pedro Vale

Lendo o seu livro tive a sensação em estar num mundo onde as palavras são o cerne da vida. E de fato, o são. Adorei seu livro Pedro.  Uma forma nova de ler e ver a poesia com movimentos. 

Destaco um que me chamou atenção:


" Beber tanto azul

Até limpar a

Neurose."



Fevereiro, 2019.






sábado, 17 de abril de 2021

Resenha do livro Diversidade Poética de Leandro Sousa

 Prisma da Esperança 


Para quem nasce no sertão, sabe que o dia a dia é de trabalho pesado, às vezes, repleto de obstáculos, contudo, em meio à esse cenário árido o Leandro Sousa vai regando com sua poesia este chão fazendo brotar nos nossos corações, o que suas palavras querem passar.

Diversidade Poética é um livro com a personalidade nordestina, com a visão deste sonhador-poeta, transmitindo o seu cotidiano, a vida do sertão, temas importantes, sonhos e sentimentos. 

As rimas são bem presentes, percorrendo a ousadia deste jovem poeta em ver seu mundo pelo prisma da esperança, da empatia: 

" Amo meu nordeste de coração 

Sinto orgulho em falar

Terra de gente simples e guerreira

Que sabe aonde pode chegar

Não desiste dos seus sonhos

Até um dia realizar" 


Recomendo a leitura deste livro para todas as idades, ler um livro é olhar o mundo com os olhos do autor. 


Raquel Lopes 




Leandro Sousa, Diversidade Poética, Editora do Carmo, 2019.

sexta-feira, 9 de abril de 2021

Poema "O pulsar de meus devaneios" de Rafael Luiz Santos

 O pulsar de meus devaneios 


O pulsar de meus devaneios 

Não me permite escrever...

Portanto, sou mais sonhador do que poeta...

Por favor, Deus!

Mantenha esta porta aberta!


Se não houver porta,

Abra a janela...


Não fiz o que fiz...

Para acabar na névoa da incerteza...


Se projetei este foguete,

Era para ir ao sol...

Ora! Mas nem estou perto da lua!


Nesta oração, eu sou uma vírgula!

Não um ponto final! 



do livro O pulsar de meus devaneios e outras utopias, Costelas Felinas, 2020, pág.11





segunda-feira, 5 de abril de 2021

Poema "Alto do Morro" de Raquel Lopes

ALTO DO MORRO


Do alto do morro  vejo um mundo

Diferentemente daquele que você conhece

Do alto eu vejo

eu vejo…


Vejo pessoas e seus sonhos 

Vejo  monstros e seus defeitos 

Desejos latentes

Fabricando novamente

Vejo um novo mundo e sua arma


Falácia de máquina

Ou mentira humana

Insana.


Raquel Lopes , in Meu Jeito de fazer Poesia, Clube de Autores, 2020.



Uma simples impressão sobre o livro O Músico Cego de Vladimir Korolenko

  O músico cego é um livro ímpar, de profunda e delicada narração, as palavras deslizam sem nenhuma pretensão, por um rio calmo e escuro. En...