O pulsar de meus devaneios
O pulsar de meus devaneios
Não me permite escrever...
Portanto, sou mais sonhador do que poeta...
Por favor, Deus!
Mantenha esta porta aberta!
Se não houver porta,
Abra a janela...
Não fiz o que fiz...
Para acabar na névoa da incerteza...
Se projetei este foguete,
Era para ir ao sol...
Ora! Mas nem estou perto da lua!
Nesta oração, eu sou uma vírgula!
Não um ponto final!
do livro O pulsar de meus devaneios e outras utopias, Costelas Felinas, 2020, pág.11

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